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Neste domingo, 26/07, o distrito 4510 estará realizando um dos principais eventos do ano rotário, o Seminário de Treinamento Distrital da Fundação Rotária.

O encontro agendado de forma virtual pela plataforma Zoom tem início às 09h00. Os palestrantes representam as lideranças do Rotary no Brasil e do distrito 4510. Dentre estes um dos maiores expoentes do país, o curador da Fundação Rotaria, Hipólito Ferreira, que foi diretor de Rotary International no ano 1999-2001. O objetivo do treinamento é capacitar os rotarianos para que possam promover a boa vontade, paz e compreensão mundial por meio do apoio as inciativas de melhorias da saúde, da educação e do combate à pobreza. Os temas são os mais diversos, como: “A Fundação Rotária no Brasil, novidades e atualidades”, palestrante Wellington N. Hoshino, Coordenador Regional Assistente da FR. “ABTRF Programas e novas oportunidades de contribuições”, palestrante Marcos Franco, vice-presidente da ABTRF. “Fundação Rotária após a pandemia””, palestrante Hipólito Ferreira, curador da Fundação Rotária. “Subsídios Distritais e Globais”, palestrante Maurício de Agostinho Antonio, Coordenador Distrital da Fundação Rotária. “Projetos Humanitários do Rotaract e Oportunidades de novos projetos”, palestrante Letícia M. Orlando, Representante do Rotaract (RDR) e palestrante, Ianara Cristina Queiroz Costa, Coordenadora Distrital de Rotaract. A convocação do seminário é do Governador Nestor Amarilho, 2020-21, os presidentes e coordenadores da Fundação Rotária dos clubes tem participação obrigatória, sendo que o evento é aberto também aos demais rotarianos do distrito. Participe deste seminário e deixe o seu clube capacitado para desenvolver projetos.  O Rotary Abre Oportunidades.

Estão abertas as inscrições para o Seminário Distrital da Fundação Rotária

Encontram-se abertas as inscrições para o Seminário Distrital da Fundação Rotária Virtual No dia 26 de julho o Distrito 4510 estará realizando o Seminário da Fundação Rotária, assim como vem ocorrendo ultimamente o encontro se dará de forma virtual e terá início às 09h00. O objetivo é capacitar os rotarianos para o gerenciamento e qualificação distrital dos clubes para projetos. O Seminário da Fundação Rotária tem como convocadores o Governador, Nestor Amarilho, associado do Rotary Club de Assis do Vale, o Coordenador Distrital da Fundação Rotária, Mauricio de Agostinho Antonio, Governador 2017-18, associado do Rotary Club de Bauru Terra Branca, e Ricardo de Maio Bermejo, Instrutor Distrital, Governador 2013-14, associado do Rotary Club de Assis Norte. “Na gestão anterior tivemos cinco projetos globais aprovados e cinco que estão aguardando aprovação da Fundação Rotária. Os rotarianos estão aprendendo a fazer projetos e nesse encontro, o objetivo é instruí-los e qualifica-los para o ano”’, comentou, Amarilho. “Cada vez mais os rotarianos estão conscientes quanto a importância das doações, os certificados que serão repassados aos associados do distrito, além da ABTRF, com as empresas e clubes cidadãos, seguro solidário, doações individuais, e outras formas, são possibilidades que fortalecem a Fundação e que trazem benefícios para o distrito, “ disse Antônio Este evento é o primeiro da gestão 2020-21 e aguarda-se uma presença considerável de associados do distrito, as inscrições encontram-se abertas no site do distrito https://rotary4510.org.br/evento/1113. Participe faça a sua inscrição. O Rotary Abre Oportunidades   Link... Plataforma Zoom.. Entrar na reunião Zoomhttps://igti.zoom.us/j/96097736868?pwd=cnZ4ZzNjVFdKQXZmc2pjZXloSGZRZz09 ID da reunião: 960 9773 6868

Governador Marcos Carchedi faz entrega de prêmios referentes aos certificados da Fundação Rotária gestão 2019-20

Contando com a participação do Governador 2019-20, Marcos Antônio Carchedi, associado do Rotary Club de Marília Tradição, do Coordenador da Fundação Rotária Distrital, Ricardo de Maio Bermejo, associado do Rotary Club de Assis Norte e dos representantes dos clubes ganhadores, foram entregues no último sábado, 18/07, em Marília, na sede da concessionária Comasa, os prêmios referentes aos certificados de contribuição para a Fundação Rotária adquirido pelos clubes do distrito. Os clubes contemplados foram os seguintes: Rotary Club de Bauru Terra Branca, com dois prêmios, computadores, Rotary Club de Assis Norte, TV de 43", Rotary Club de Marília 4 de Abril, TV 50",  e Rotary Club de Martinópolis, que em primeiro lugar, levou um Gol zero km. “Eu agradeço aos clubes do distrito pelo empenho em contribuírem com a Fundação Rotária. Num ano onde tivemos neste segundo mestre esta pandemia e o dólar disparando os rotarianos não mediram esforços para fazerem as suas doações. Parabéns aos clubes sorteados e a todos que participaram”, comentou Carchedi. "A alegria é muito grande, pois desta forma, com a entrega destes prêmios, fizemos o fechamento da nossa gestão. O saldo ficou sendo extremamente positivo. Eu agradeço a todos pela dedicação. Agora  vamos trabalhar pelo Governador Nestor Amarilho e que sigamos com o mesmo empenho e objetivo em doarmos para a Fundação Rotária. Deus os abençoe, muito obrigado em meu nome e da Mara", finalizou Carchedi Os rotarianos desenvolvem ações em seus clubes para arrecadarem fundos e doarem para a Fundação Rotária. Muitas contribuições também ocorrem de forma individual. Através da ABRF – Associação Brasileira de Rotary Foudation,  empresas cidadãs, clubes cidadãos, seguro solidário são formas de doações para a Fundação Rotária. Para que os projetos sejam efetivados é essencial que as doações ocorram. Fundação Rotária fazendo o bem ao mundo. O Rotary Conecta o Mundo e o Rotary Abre Oportunidades.    

Podcast entrevista com o Governador Alonso Campoi Padilha Júnior

Segue links para ouvir nosso podcast Youtube:  Soundclub: https://soundcloud.com/rotarydistrito4510/podcast-informativo-com-alonso-c-p-junior-governador-20062007 Spotify: https://open.spotify.com/episode/3ML2RBWXE6qjPklyLBnUIU?si=C1uGsIMfQ7i_7mJm25A-nw  

Wakanda Rotária: Jovens negros mostram sua força e sua voz no Rotaract

Enquanto o movimento pela valorização das vidas negras ganhava as ruas no Brasil e no mundo nos últimos meses, um grupo de associados do Rotaract, clube de Rotary voltado ao público jovem, se formava para mostrar a representatividade da população negra dentro do mundo rotário. Filipe Bento, Natália Lopes e Daniel Cerverizzo são de clubes e cidades diferentes, mas se uniram por meio do Twitter para criar um espaço em que os jovens negros do Rotaract pudessem ter apoio mútuo e visibilidade. “Existem diversos grupos (dentro do Rotaract): para vôlei, para direito, xadrez, lgbtqi+. Ou seja, existem diversos grupos, mas por que não um grupo para pessoas negras?”, questionava Natália. Com o mesmo sentimento e necessidades semelhantes, ela, Filipe e Daniel criaram em maio deste ano o Wakanda Rotária. Para quem não sabe, Wakanda refere-se a um país fictício do universo de heróis da Marvel, localizado na África subsaariana. Nação do herói Pantera Negra, Wakanda é o país mais avançado do mundo, social e tecnologicamente. Assim, a referência ao país fictício é carregada de simbolismo para os criadores do grupo do Rotaract. “Tem um termo que a gente usa que chama ‘afrofuturismo’, que é a ideia de se pensar o futuro com um recorte racial. E sempre que a gente fala sobre futuro, a gente tem que pensar em um futuro onde as questões raciais são deixadas de lado, não por negligência, mas porque elas não são mais necessárias. E o filme trouxe essa perspectiva para a gente do ponto de vista estético, onde a gente pode assistir uma obra e ver um futuro onde as questões raciais são ultrapassadas, são superadas”, explica Filipe. Se você não é negro e acha que essa questão de representatividade não é relevante, é melhor olhar os números e pensar de novo. O Brasil é majoritariamente uma nação formada por negros e pardos (56,10% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), mas eles são minorias em grupos considerados de elite como o Rotary e o Rotaract. No Rotaract, por exemplo, de um total de 8.366 associados brasileiros, apenas 657 se declaram como negros, ou seja, menos de 8% de seus membros. E esse fato faz uma grande diferença para as pessoas negras que já integram os clubes. “No ano passado, no último encontro paulista de Rotaracts, eu lembro que em alguma parte do evento, estavam eu e a Natália e eu falei para ela olhar ao redor e ver quantas pessoas afrodescendentes havia ali. E dava para contar nos dedos”, relembra Daniel. “Em um evento que abrange São Paulo e Rio de Janeiro, dar para você contar nos dedos de uma mão o número de afrodescendentes mostra que tem alguma coisa errada. A partir daquele momento, eu vi que a gente tinha que mudar esse cenário”, explica. Em época de pandemia, e com seus mais de 120 participantes espalhados em diferentes estados brasileiros, o Wakanda Rotária tem realizado seus eventos pela internet. Já foram dois debates, um com o tema “Movimento negro no Brasil: A História” e o outro com o tema “A cronologia das leis brasileiras e seu papel no curso da população negra no Brasil”. Os temas dos debates foram escolhidos por pesquisa de interesse feita entre os próprios membros do grupo. As “lives” têm atraído uma audiência formada por negros e brancos interessados em conhecer uma parte da história do Brasil que fica um tanto escondida no ensino tradicional de nossas escolas. “Tem muita coisa que não se aprende na escola ou que a família não ensina. São coisas que a gente tem que ir e correr atrás daquele ensinamento. Então, a gente sentiu que tinha essa necessidade”, destaca Natália. Além de passar um outro lado da história brasileira, os debates promovidos pelo grupo também visam a ajudar a população negra a entender e a ter maior apoio em situações que, infelizmente, são recorrentes em seu cotidiano. “Como eu vou saber se é racismo, se eu não tenho conhecimento sobre racismo? Como vou saber se é injúria, se eu não tenho conhecimento sobre injúria?, pergunta Natália. “Então, estamos trazendo esse conhecimento desde o início por meio das ‘lives’”. O grupo tem servido como importante base de apoio para seus membros, que agora buscam ajuda uns nos outros quando se veem em alguma situação incômoda gerada pela discriminação. “Depois da criação do grupo, eu me sinto mais seguro em abrir questões com os participantes. Perguntar se as pessoas já passaram por uma situação (semelhante)”, diz Daniel. Para ele, o Wakanda Rotária também deu maior visibilidade aos negros dentro do Rotaract. “Em relação aos outros rotaractianos, eles estão nos enxergando mais. Não somos mais pontinhos pretos soltos, agora, é um amontoado, a gente se uniu”, afirma. Sobre o movimento popular para a valorização das vidas negras, que deu o impulso para a criação grupo, os três acreditam que foi um importante momento de visibilidade midiática para a causa, mas que há questões muito mais profundas a serem atacadas. “Acho que essas ondas têm importância significativa, sim. Elas fazem a gente refletir. Principalmente quem não conseguia enxergar esses problemas na sociedade. Mas, de onde surge tudo isso, a gente não está nem perto de chegar nessas discussões ainda”, avalia Filipe. “Aqui no Brasil, a gente ainda não superou a escravidão. Aqui, a maior parte da nossa população mais pobre é também negra, e não é por acaso. Então, o Brasil tem o desafio gigantesco de se enxergar como nação que foi construída em cima de povos que foram escravizados. Assim como a Alemanha tem vergonha hoje do que foi o nazismo, a gente tem que ter essa vergonha do que foi o movimento escravagista aqui no Brasil, que é uma coisa que a gente está longe ainda de conseguir”, aponta. “Então, acho que essas pautas são importantes, elas trazem uma discussão pontual que é muito relevante, a gente reconhece o valor da discussão, mas, para a gente, está longe ainda, a gente não cria nem uma esperança de que vai mudar muita coisa, porque a realidade é um pouco mais cruel”, diz. Daniel concorda com a colocação do colega. “O Filipe usou um exemplo que é muito bom, a Alemanha. Lá, existem museus, existem monumentos históricos que estão lá para eles sempre lembrarem do que aconteceu. E o Brasil é totalmente o oposto disso, o Brasil tenta esconder, a gente não fala, parece que é um tabu. Existe um silêncio quando a gente fala nisso (a escravidão e suas consequências)”. Dentro do Rotaract, eles acreditam que é possível fazer um trabalho para atrair novos associados negros e fazer com que os mesmos se sintam acolhidos dentro dos clubes. “Acho que o primeiro passo é quebrar aquela imagem de que a família rotária é só para ricos, porque não é. Temos que fazer eventos mais acessíveis, mostrar que a família rotária abraça todo mundo. Nosso trabalho está aí para quebrar essa imagem”, opina Daniel. “Eu acho que nós fazemos a nossa própria representatividade, permanecendo firmes e fortes nos nossos clubes para que as pessoas de fora vejam que existem pessoas negras dentro da família rotária, existem pessoas que têm voz. Eu acredito que esse é um dos primeiros passos, a nossa visibilidade, a nossa própria permanência para que as pessoas de fora vejam que não é só branco, só rico e assim por diante”, conclui Natália.   Daniel Cerverizzo é associado do Rotaract Club de São José do Rio Preto – Inspiração Filipe Bento é associado do Rotaract Club de Ouro Preto Natália Lopes é associada do Rotaract Club de Adamantina Quem quiser entrar em contato com o grupo pode seguir sua conta no Instagram @wakandarotaria. Usando a hashtag #wakandarotaria no Twitter, você encontra as postagens já feitas sobre os debates do grupo.

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